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Segunda-feira, 13 de novembro de 2000 - Nº 166 Arquivo
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Vazamentos ameaçam destruir vida marinha
Poluição no mar deixa pescadores parados
Animal contaminado é impróprio para consumo
Tebar não comenta impacto ambiental
Cidade quer plano de emergência
Hotéis ficam vazios
Conselho cobra rotina de navios
Bairro vende CD para ter esgoto tratado
Eleito não obtém dados em Ilhabela
II Feira do Verde acontece na Praça 13 de Maio
Praça Nossa Senhora da Paz é reurbanizada


Vazamentos ameaçam destruir vida marinha
Constantes acidentes ambientais no Canal de São Sebastião afetam reprodução animal e vegetal e expulsam espécies para outras regiões

São Sebastião - O ecossistema marinho no Canal de São Sebastião pode se tornar estéril em um prazo de 10 a 20 anos caso continuem ocorrendo vazamentos de óleo no local como o que foi registrado no último dia 4. Esse é o alerta do biólogo e doutor em zoologia, Valter José Cobo.
Ele ressalta a necessidade de um programa de prevenção de acidentes em caráter emergencial e afirma que pode estar ocorrendo uma "migração" de espécies para outras regiões.
Cobo também é professor da Unitau (Universidade de Taubaté). Segundo ele, a redução das espécies acontece devido à interrupção dos ciclos reprodutivos da vida marinha, vegetal e animal.
Uma espécie leva até um ano para se recuperar depois de um acidente como o ocorrido há uma semana. Já o tempo que o óleo derramado no mar leva para se biodegradar dificilmente pode ser estimado.
"Uma garrafa plástica, derivado do petróleo, leva cerca de 450 anos para se biodegradar. A partir daí, dá para se ter uma idéia."
Cerca de 86 mil litros de óleo foram derramados no mar do Canal de São Sebastião no último dia 4 depois que o navio Vergina 2 bateu no píer quando se preparava para atracar.
Desde 1978, o Litoral Norte paulista já registrou pelo menos 176 acidentes que resultaram em vazamentos de óleo na orla marítima --incluindo rompimentos de dutos e vazamentos de embarcações. Só este ano, a região enfrentou sete acidentes, incluindo as ocorrências de pequeno e médio porte.
Cobo explicou que não existe uma forma exata de identificar o impacto ambiental que os 176 acidentes já causaram ao litoral. Segundo ele, tal avaliação necessitaria de um levantamento sobre as condições anteriores aos derramamentos e as atuais.
"As espécies mais afetadas por esses acidentes são as menores e, consequentemente, mais frágeis. São aquelas que fazem parte do começo da cadeia produtiva. Esse é o principal impacto. A vida animal não chega a ser a mais prejudicada mas sim os pequenos crustáceos e microorganismos", disse Cobo.
Segundo ele, existe uma tendência natural das espécies se afastarem da região que está afetada. "Isso causa a migração de espécies para regiões vizinhas, que não estejam poluídas."
MANGUE - Para o biólogo, o ecossistema mais prejudicado com a poluição ambiental é o mangue, um dos principais locais de reprodução e reciclagem da vida marinha.
"Os camarões-rosa, que têm grande valor comercial, têm suas larvas desenvolvidas em mangue. As espécies que vivem no mangue ou se utilizam dele em parte de seu ciclo são prejudicadas."
Para Cobo, existe a necessidade da implantação de um programa de prevenção de acidentes integrado a um plano de recuperação da área afetada.
"Não basta uma política ambiental. É preciso mais que isso. Simplesmente deixando de ocorrer os vazamentos, a vida marinha se incumbe da recuperação."
Com relação à possibilidade da região se tornar estéril, Cobo disse que é difícil avaliar o tempo que seria necessário para reverter a condição.
"Talvez nem nós, nem nossos filhos consigam ver isso. A região se tornaria um mero ambiente líquido, sem vida." (Fonte: ValeParaibano)

Poluição no mar deixa pescadores parados

São Sebastião - Além dos danos ambientais, a poluição do mar por derramamento de óleo afeta de imediato os pescadores que trabalham na região de Ilhabela e São Sebastião. Eles são obrigados a suspender a pesca e não têm alternativas de renda para manter a família.
Há casos em que o pescador fica até quatro meses parado, como aconteceu com Ramiro Costa, morador na ilha Vitória, pertencente ao arquipélago de Ilhabela. Ele disse que tinha voltado a pescar em agosto, após o derramamento de óleo ocorrido em março.
"Meu barco ficou sujo de óleo e tive que tirá-lo da água. Não podia pescar muito porque ninguém comprava meus peixes com medo de contaminação. Agora que a pescaria estava boa, acontece esse novo vazamento e mais uma vez meu barco sujou", disse.
O pescador Nerildo Tomé da Silva disse não ter alternativas de renda para sustentar as três filhas enquanto não puder voltar para o mar.
"A gente fica sem ter o que fazer ou tem que ir para longe pescar, mas ainda assim, quando se sabe que o peixe é da região, não acha comprador."
Para o pescador Jaime Moreira da Silva, de São Sebastião, o vazamento do navio Vergina 2 causou um prejuízo ainda incalculável. Ele tem uma fazenda para a criação de mexilhão na praia da Cigarras, na costa norte da cidade, e perdeu pelo menos 300 quilos da criação.
A pescadora Jandira Peixoto de Oliveira também disse estar com mais de 200 quilos de peixe perdido. "Eles foram pescados dias antes do desastre, mas nem turista e nem as peixarias querem comprar o produto", afirmou Jandira.
As colônias dos pescadores de Ilhabela e São Sebastião, dois municípios mais atingidos pelo derramamento de óleo, pedem uma indenização R$ 1,9 milhão para cerca de 1.400 pescadores à Petrobras. (Fonte: ValeParaibano)

Animal contaminado é impróprio para consumo

São Sebastião - Algumas espécies de peixes e microcrustáceos existentes nas áreas atingidas pelo vazamento de óleo não podem ser consumidas como alimento, segundo o biólogo Álvaro Migotto, do Cebimar (Centro de Biologia Marinha) da USP (Universidade de São Paulo), em São Sebastião.
Entre esses animais, Migotto cita o garoupa, minguado, camarão e mexilhão. "Eles são considerados animais filtradores e concentram o produto ingerido no organismo. Em qualquer região que há esse tipo de vazamento, eles são perigosos para a criação e o consumo", disse o biólogo.
Migotto disse que qualquer derramamento de óleo gera um impacto inicial, causando a mortandade de alguns organismos de forma mais aguda. Ele ressalta que os efeitos crônicos, que podem se prolongar por vários anos, são os mais perigosos.
"A cadeia alimentar nessas regiões é mais prejudicada podendo chegar ao homem, que pode ter uma intoxicação ao se alimentar com um animal contaminado", disse.
Um dos fundadores da Fundamar (Fundação Museu do Mar), em São Sebastião, Rui Teston, disse que está fazendo um relatório sobre os problemas gerados pelo derramamento de óleo, principalmente em Ilhabela e São Sebastião.
Para ele, a Petrobras trata com descaso a contaminação que ocorre com os constantes acidentes na região. Ele disse que a fundação tem recebido cada vez mais animais marinhos com resíduos de óleo pelo corpo. "Quando é possível, esses animais são tratados e devolvidos ao mar, mas há casos em que eles não resistem." (Fonte: ValeParaibano)

Tebar não comenta impacto ambiental

São Sebastião - A Petrobras não comentou o impacto ambiental causado pelo derramamento dos 86 mil litros de óleo no Canal de São Sebastião, ocorrido no sábado passado. A empresa mobilizou 720 pessoas e 50 embarcações para conter o avanço do óleo nas praias de São Sebastião, Ilhabela e Caraguatatuba.
O ValeParaibano procurou na sexta-feira a assessoria de imprensa na sede da companhia no Rio de Janeiro, que indicou que fosse procurada a subsidiária Transpetro.
A assessoria da Transpetro não atendeu às ligações na última sexta-feira durante toda a tarde. A assessoria do Tebar (Terminal Marítimo Almirante Barroso) também não retornou aos recados deixados pelo jornal.
A última informação oficial divulgada pela Petrobras foi que a empresa estaria pagando R$ 32 mil para os proprietários das 40 embarcações que ajudaram na retirada do óleo derramado no mar. O valor seria referente a um acordo com os pescadores, que estabelece o pagamento de R$ 800 pelos quatro dias trabalhados.
O presidente da empresa, Henri Philippe Reichstul, afirmou durante a semana que o acidente em São Sebastião foi provocado por erro de manobra de um prático (profissional que ajuda navios a atracar) que fazia um serviço para uma embarcação fretada pela estatal. A Petrobras foi multada em R$ 37,1 milhões por conta desse vazamento. (Fonte: ValeParaibano)

Cidade quer plano de emergência

São Sebastião - As prefeituras de São Sebastião e Ilhabela estão pressionando a Petrobras para que reavalie seu plano de contingência e treine pessoas das duas cidades para trabalhar na contenção de vazamentos.
"O que nós vimos nesse último derramamento foi uma coisa lamentável", disse Eduardo Hipólito do Rego, secretário do Meio Ambiente de São Sebastião.
O presidente da Defesa Civil de Ilhabela, Nivaldo Simões, disse que foi dada toda a oportunidade para que a empresa ouvisse os municípios e criasse um plano conjunto. "Se isso tivesse sido feito desde o último acidente grave ocorrido em março, as proporções desse vazamento não seriam tão sérias."
Simões disse que o município está entrando com uma representação na Procuradoria Regional do Meio Ambiente solicitando medidas cabíveis para que a empresa responda criminalmente pelo acidente.
O Ministério Público de São Sebastião e a Colônia dos Pescadores de Ilhabela conseguiram na Justiça que o navio Vergina 2 fique detido para uma perícia mais completa. (Fonte: ValeParaibano)

Hotéis ficam vazios

São Sebastião - Hotéis de São Sebastião e Ilhabela registraram ontem uma queda nas reservas para o final de semana, por causa do vazamento de 86 mil litros de óleo no Canal de São Sebastião na semana passada.
Na Pousada Colonial, de Ilhabela, por exemplo, todos os 16 quartos ficaram vazios. Nos finais de semana, a ocupação deles é total, segundo o gerente da pousada, Daniel Almeida.
"Mesmo informando que agora as praias estão limpas, os turistas não acreditam", disse Almeida.
A proprietária do Hotel e Restaurante Perequê, de Ilhabela, Sueli Vanderstappen, disse que apenas dois dos seus 18 apartamentos foram usados neste final de semana. "Acredito que a situação melhore na semana que vem."
A Pousada dos Condes, em São Sebastião, conseguiu locar 12 dos seus 18 quartos. "O pessoal nem está procurando por causa dos problemas", disse José Cláudio Dias de Oliveira. (Fonte: ValeParaibano)

Conselho cobra rotina de navios
Comdurb exige lista sobre carga e conservação de navios que atracam no Tebar em S. Sebastião

São Sebastião - O Comdurb (Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano), de São Sebastião, está cobrando relatórios sobre a rotina e estado de conservação dos navios que atracam no Tebar (Terminal Marítimo Almirante Barroso), exigidos desde 98. O Conselho exige a apresentação dos documentos para que possa analisar a renovação da licença ambiental da estatal no município.
"Se a empresa não cumprir o que foi proposto até o prazo final, poderemos suspender a renovação da licença", disse o presidente do Comdurb e secretário municipal do Meio Ambiente, Eduardo Hipólito do Rego.
Caso a licença não seja renovada, o processo será encaminhado ao departamento jurídico da prefeitura e a estatal estará sujeita ao pagamento de multa e interdição (leia texto nesta página).
No último sábado, 86 mil litros de óleo foram derramados no canal de São Sebastião, atingindo 21 praias --o maior desastre ambiental da região desde 94.
Rego afirmou que a empresa deveria apresentar projetos e relatórios exigidos no final de 98 pelo órgão. Entre as solicitações feitas pelo Comdurb, a principal é o relatório sobre a rotina dos navios que atracam no canal de São Sebastião para descarregamento de petróleo e derivados.
O documento deveria ser apresentado pela Petrobras na reunião ordinária realizada pelo Comdurb na noite de anteontem, segundo Rego.
Ele disse que nos últimos dois anos também foram exigidos listagem mensal do número de navios programados para atracar, tipo de produto e tempo para a descarga no local, além de um relatório anual sobre a quantidade de navios que atracaram no píer, a idade e a data da última revisão das embarcações.
"O primeiro relatório referente ao ano de 99 era para ter sido entregue no início desse ano, mas isso também não foi feito", disse Rego.
Uma nova reunião entre o Comdurb e a estatal foi marcada para o dia 23 de novembro.
EMERGÊNCIA - Os membros do Comdurb pediram à Petrobras que defina um plano de emergência para atuar no mar. "O objetivo é ter uma equipe preparada para atuar em caso de desastre ambiental evitando que o óleo chegue à praia e as pessoas fiquem dando cabeçadas como ocorreu neste último acidente", disse Rego.
O Comdurb também quer que a Petrobras faça um plano emergencial de marketing para refazer a imagem das cidades do Litoral Norte para evitar que os turistas se afastem da região. VALE
OUTRO LADO - A Petrobras não quis se manifestar sobre os relatórios e projetos cobrados pelo Comdurb nos últimos dois anos. Cinco representantes da estatal participaram da reunião de anteontem que durou mais de quatro horas.
Ficou acertado que haverá uma nova reunião em duas semanas quando então a empresa deverá apresentar os relatórios exigidos pelo Conselho. A licença municipal tem que ser renovada até o dia 31 de dezembro para que a empresa possa continuar operando no próximo ano. Além do município, a Cetesb também emite uma licença ambiental para a operação do Tebar na cidade. (Fonte: ValeParaibano)

Bairro vende CD para ter esgoto tratado

São Sebastião - A ONG (organização não-governamental) SÓS Barra do Una promove esta semana o lançamento de um CD que visa a arrecadação de recursos para comprar um equipamento para tratamento de esgoto no bairro, localizado na costa sul de São Sebastião.
O equipamento será instalado na Vila dos Mineiros e deve atender cerca de 150 moradores, sendo a maioria formada por imigrantes que foram para a região trabalhar na construção civil.
O CD "Consciência" foi gravado pelo grupo Gravetto, formado pelos caiçaras que moram no bairro, Doni (guitarra), Marcos Broca (baixo), Carlinhos (vocal e guitarra) e Luiz (bateria).
A produtora do grupo e integrante da SÓS Barra do Una, Traud Rossi, disse que as 1000 cópias colocadas à venda devem render R$ 15 mil. O orçamento do equipamento feito no semestre passado foi de R$ 20 mil. "Estamos correndo atrás de recurso para poder tratar o esgoto da vila", disse Traud.
Segundo ela, a necessidade surgiu devido à contaminação do rio e da Praia Barra do Una provocada, na sua maioria, pelas casas que não possuem fossa asséptica. Várias casas estão com o esgoto correndo a céu aberto. (Fonte: ValeParaibano)


Eleito não obtém dados em Ilhabela

Ilhabela - O prefeito eleito de Ilhabela, Manoel Marcos (PTB), afirma que sua equipe de transição foi "barrada na prefeitura".
Marcos disse que encaminhou ofício em oututro à prefeita Nilce Signorini (PDT), informando que sua equipe de transição seria formada por Odair Barbosa dos Santos, Roberto Luiz Clemente e Roberto Fazzini.
Segundo ele, a atual prefeita teria enviado outro ofício dizendo que vai apresentar um relatório sobre a situação do município à Câmara no dia 28 de novembro.
"Esse tipo de situação é complicada porque depois terei apenas 15 dias úteis para tomar ciência sobre a situação da prefeitura."
Marcos disse que o problema do lixo gerado durante a temporada e a reforma do píer da Vila são os que mais causam preocupação.
Segundo ele, a partir de 6 de dezembro a cidade estará na rota dos navios de cruzeiros marítimos e o píer está em obras e sem previsão para término.
A prefeita Nilce Signorini disse que, quando recebeu o ofício, o contador da prefeitura estava fechando o relatório do mês e que o mesmo será repassado um mês antes da posse do prefeito eleito.
Em Ubatuba o processo de transição também está parado. Segundo a assessoria do atual prefeito, Zizinho Vigneron (PPS), não houve nenhum pedido oficial para a transição. (Fonte: ValeParaibano)

II Feira do Verde acontece na Praça 13 de Maio

Ubatuba - A II Feira do Verde começa nesta quarta-feira, dia 15 de novembro e vai até o dia 18, na Praça 13 de Maio, com a presença de orquidófilos de várias cidades de São Paulo e floricultores da região. A abertura acontece na quarta-feira, dia 15, às 14 horas e o encerramento será no sábado, dia 18, às 17 horas, com entrega de certificados aos participantes e sorteio de mudas e plantas.
Dentro da programação da Feira, no dia 18, acontece o Curso sobre Orquídeas, com Masuji Kayasima, da Associação de Orquidófilos de Mogi das Cruzes, das 13 às 16 horas, na COMTUR.
A Feira funciona quarta, das 14 às 21 horas, quinta e sexta, das 9 às 21 horas, e sábado, 9 às 17 horas. (Fonte: Fundart)

Praça Nossa Senhora da Paz é reurbanizada

Ubatuba - A Praça Nossa Senhora da Paz, que fica na esquina da Avenida Iperoig com a Rua Dr. Esteves da Silva, acaba de ser reurbanizada e sua reinauguração acontece no próximo dia 15 de novembro. Além dos canteiros terem sido refeitos e do calçamento de paralelepípedos, a praça ganhou um ponto de ônibus. A FUNDART e a Secretaria Municipal de Obras fizeram todas as modificações.
De acordo com um projeto de lei, as praças e áreas verdes do município podem ser adotadas por comerciantes, que ficam responsáveis pela conservação dos jardins. A Praça Nossa Senhora da Paz foi adotada pela Pizzaria São Paulo e o jardim tem um dado peculiar: o chapéu de sol foi trazido da Praça Exaltação da Santa Cruz e transplantado por Luiz Monteiro de Oliveira, o seu Lica, um dos funcionários mais antigos da Prefeitura.
“É importante que os comerciantes adotem as praças da Cidade para que os espaços sejam cuidados e tenham manutenção”, diz Eliana Inglese, presidente da FUNDART, que adotou a Praça Anchieta.
HISTÓRIA - Segundo Washington de Oliveira, o Seo Filhinho, no livro Documentário, no local onde hoje é a Praça Nossa Senhora da Paz existia uma igreja. “[...] estava em péssimas condições de conservação, prestes a ruir, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário - a que tinha sido dos escravos, no tempo da escravidão - que se erguia na pracinha em frente à praia, onde hoje está a imagem de Nossa Senhora da Paz de Iperoig, praça que teve sucessivas denominações, como: do Rosário, Marechal Deodoro, da Bandeira e hoje é de Nossa Senhora da Paz”. (Fonte: Fundart)

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