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Segunda-feira, 28 de outubro de 2002 - Nº 648 Edições Anteriores

Moacyr Colli Junior e Advogados Nipakh Honda Naturali Garden Center

São Sebastião:
   Prefeitura faz estudo para possível implantação de radares
   Pescadores falam sobre cações (tubarões) vistos pela região

Ubatuba:
   Periferia de Ubatuba sofre com falta de saneamento

   Carta do Leitor


Prefeitura faz estudo para possível implantação de radares

São Sebastião - A Prefeitura de São Sebastião aguarda um estudo técnico realizado pelo Detraf (Departamento de Trâfego) para avaliar as reais possibilidades de instalação de radares no município.
Esse estudo está sendo feito de acordo com um levantamento do índice de acidentes e fluxo de pedestres e velocidade dos veículos fornecidos pelas polícias Militar e Rodoviária.
Os vereadores Erwin Mota e João Barreto entraram com requerimentos pedindo a instalação de radares e lombadas eletrônicas.
Mota apresentou uma indicação solicitando ao Detraf um estudo sobre a possível instalação de radares eletrônicos fixos em todo o município. Os bairros que o vereador para os quais propôs a instalação foram Enseada, São Francisco, Portal da Olaria, Arrastão, Pontal da Cruz, Porto Grande, Centro, Itatinga, Maresias e Boiçucanga.
“Queremos preservar a integridade de pedestres e dos próprios condutores de veículos. Sem os radares, essas pessoas correm muitos riscos”, comenta.
Já o vereador João Barreto apresentou uma indicação para instalação de lombadas eletrônicas na avenida Dario Leite Carrijo, na Enseada. O vereador salientou ser de extrema importância, pois os motoristas não se importam com a velocidade. “Isso coibiria com o excesso de motoristas imprudentes”, destaca.
O Detraf já enviou um memorando para a Secretaria de Governo pedindo a instalação dos radares nas avenidas Manoel Teixeira e Manoel Hypólito do Rego, que compreendem os bairros de São Francisco, Portal da Olaria, Arrastão, Pontal da Cruz e Praia Deserta. As primeiras considerações para essa instalação são em decorrência da alta velocidade que os veículos atingem nessas avenidas.
Segundo informações do assessor de Defesa Civil e Proteção ao Cidadão, Rui Nogueira Lima, a implantação de radares produz resultados eficazes, pois é um método de coibir os abusos de motoristas imprudentes.
“A instalação visa trechos urbanos onde há um grande índice de acidentes e velocidade média alta. A viabilidade para implantação desses radares é total”, comenta.
O assessor informou ainda que existe maior probabilidade para a implantação de radares móveis, pois o custo de manutenção dos fixos é alto.
Segundo a assessoria de imprensa do DER (Departamento de Estradas de Rodagem), compete ao município a instalação de radares em trechos considerados urbanos. Já para os trechos sob jurisdição do órgão, como a rodovia Rio-Santos, que corta a cidade, é preciso solicitar a implantação de radares e análise do DER.
Leis - O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou, no início deste mês, nova resolução que regulamenta a instalação e operação dos radares eletrônicos.
A resolução prevê que seja feito um estudo acerca da localização dos aparelhos, registrador de imagens e ainda a presença de um agente de trânsito para os aparelhos móveis.
De acordo com Rosa Maria da Cunha, diretora do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os conselhos estaduais de trânsito terão um papel fundamental na nova sistemática de utilização de aparelhos. Todos os estudos que levarão à necessidade de instalação de equipamentos e a administração da fiscalização passarão por esses órgãos.
“Os conselhos estaduais devem explicar essas questões aos cidadãos”, afirmou a diretora.
Para o assessor de segurança no trânsito da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), de São Paulo, Maurício Régio, o trabalho em relação ao trânsito deve ser feito na parte educativa e da fiscalização.
“Trabalhando só com a parte educativa o custo torna-se alto. É fundamental implantar radares em locais que sejam comprovados os riscos de acidentalidade. Mas é importante saber que esses radares, fixos ou móveis, devem ser aferidos e homologados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial)”, destaca.
O assessor destaca ainda a obrigatoriedade de se colocar placas indicativas de que a área é controlada por radar.
Indústria da multa - Em resolução, o Contran obriga os Detrans (Departamentos de Trânsito) a refazerem os contratos com as empresas terceirizadas para aplicação de multas, no prazo de 30 dias. Essa medida elimina o interesse da autuação indiscriminada, já que o pagamento pelo uso dos equipamentos não corresponderá à quantidade de multas aplicadas, mas sim um contrato com valores fixos.
A Cobrasin (Comércio Brasileiro de Sinalização), que implantou os radares móveis, na última gestão no município, não quis comentar o assunto.
Com relação às multas aplicadas por radares, geralmente as Jaris (Juntas Administrativas de Recursos de Infrações) fazem uma avaliação criteriosa dos recursos que são apresentados.
Segundo o presidente da Jari de São Sebastião, Cícero Dias, motivos de saúde e problemas com carros considerados dublês são relevantes no deferimento de recursos.
“As pessoas precisam apresentar documentos plausíveis que comprovem a inocência na infração”, destaca.
Educação - De acordo com o Detran, o principal objetivo dos programas de Educação de Trânsito é promover mudanças no comportamento do motorista, que por possuir carteira de habilitação, pressupõe-se que conheça as leis e a sinalização básica de trânsito.
Em São Sebastião, a Secretaria da Educação realiza trabalhos educativos nas escolas da rede municipal, alertando os riscos que um condutor corre se não for prudente.
Para o proprietário de auto-escola, Nailton Faleiros Chagas, a implantação de radares não coibe muito a imprudência de motoristas.
“Radares só servem para reduzir a velocidade do local, mas depois que os motoristas passam, eles voltam a correr. Vemos, hoje em dia, a palavra radar inspirar pânico, mas deveria ser um método educativo de prevenção, com caráter inibitório”, destaca.
Comerciantes - Os comerciantes do município não estão muito contentes com a idéia da possível implantação dos radares.
Para o comerciante Lúcio dos Santos, 40 anos, a instalação de radares inibirá mais ainda a vinda de turistas.
“Além de nos preocuparmos com as condições de praias, tubarão, agora também o radar. Daqui a pouco a cidade fica vazia de turistas”, reclama.
Já o comerciante Francisco do Santos, 35 anos, acredita que a prevenção deveria ser feita através da educação. “Acho o sistema educativo falho. Radares devem ser a última punição aos motoristas”, comenta.
Outras cidades - Em Caraguatatuba, no trecho urbano, existem seis pontos onde estão instalados radares, na avenida Arthur Costa Filho (avenida da praia).
Segundo informações da Ditran (Divisão de Trânsito), a instalação desses radares só se deu após estudo detectando o grande fluxo de pedestres e o índice de acidentes.
“Sem esses radares, os acidentes seriam constantes no local”, explica o diretor Celso Rapaci.
Com relação à educação no trânsito, o diretor informou que o órgão realiza trabalhos educativos em escolas da rede municipal da cidade.
Já em Ubatuba, que não possui radares eletrônicos no trecho urbano, a preocupação é a educação principalmente de pedestres e ciclistas.
Segundo informações do diretor do SMT (Serviço Municipal de Trânsito), Douglas Liberti Incao, os ciclistas e pedestres causam muitos problemas.
“Com relação ao controle de velocidade de veículos, a geografia do município contribui para a diminuição da velocidade. Temos lombadas e muitas depressões”, comenta.
O diretor de trânsito de Ilhabela, Laldelino Carlos de Souza Dias, disse que a cidade aposta no trabalho educativo para conscientizar motoristas.
“Vou buscar o apoio primeiro das crianças, que irão passar todo o conhecimento para os adultos. Não descarto a possibilidade da instalação um radar móvel no município, que em época de temporada fica com o trânsito complicado”, salienta.
Dias esclarece que 90% dos acidentes são em decorrência de falha humana, 6 % falha mecânica e 4% por falhas na pista. “Por esse motivo que insisto no projeto Educação no Trânsito”, finaliza. (Fonte: Imprensa Livre)

Pescadores falam sobre cações (tubarões) vistos pela região

São Sebastião - Embora especialistas garantam que tubarão e cação sejam o mesmo peixe, pescadores de São Sebastião não vêem semelhança nos animais. Eles explicam que nunca viram tubarão pela região, mas o cação, de vários tamanhos, é comum no mar.
O pescador Durval dos Santos Costa, 30 anos, que tem barco e pesca desde os 15 anos, disse que já soube de pescadores que pegaram cação de 90 quilos. “Eles aparecem bastante na rede”, disse.
Segundo o pescador, mesmo outras espécies, que até parecem com tubarão, são vistos no mar, atrás de Ilhabela, “mas nunca se mostraram agressivos com pescadores. A gente pega na rede”, acrescentou.
Costa lembrou que o que tem aparecido bastante na região é baleia. “De uns anos para cá, temos vistos bastante este animal”, revelou.
Já outro pescador, Donizeti José dos Santos, 34 anos, pescando desde os 12 anos, disse que já viu tubarão, “mas não foi por aqui”, ressaltou.
Santos já esteve pescando em Itajaí, Angra dos Reis e Cabo Frio.
Pela região, disse Santos, ele vê bastante cação e caçalote (filhote). Um deles, lembrou o pescador, tinha mais de 10 metros, e passou ao lado do barco. “Medi porque era maior que a embarcação. Era manso”, ressaltou. Para Santos, estes cações não atacam ninguém.
A esposa dele, Sulamita Aparecida Rodrigues dos Santos, lembrou que essa espécie de peixe começou a aparecer na região a partir de 1999. “Foi quando começaram a ter bastante barcos grandes vindos do sul, que arrastam rede, trazendo nos percursos filhotes de cação, o caçonete”, destacou.
Um outro pescador antigo, Tiago Fortunato, 57 anos, há 35 anos pescando no mar da região, garante que cação é diferente de tubarão. “O cação não é agressivo”, completou. Este tempo todo no mar, ele disse que nunca viu um tubarão, peixe “que ataca ferozmente”, disse.
Já cação, explicou Fortunato, é comum na região. “Já vi espécies grandes de um metro e meio de comprimento”, lembrou. Para ele, antigamente tinha mais destes peixes, “agora tem diminuído. Antes havia mais caçonete”, destacou.
Tubarão ou cação? - As duas denominações podem ser utilizadas para qualquer espécie, afirmam os biólogos. Porém, usualmente chamamos de tubarão as espécies de grande porte, pouco comuns em nosso litoral, e de cação aquelas de pequeno porte, cuja ocorrência em nossa costa é mais comum. A sabedoria popular tem uma outra definição a esse respeito, de uma forma bem original: “Se a gente come ele, é cação, se ele come a gente é tubarão”.
O tubarão e o cação são biologicamente a mesma coisa, dizem os especialistas. Muita gente confunde os dois e acha que cação é filhote de tubarão. Para os especialistas, isso é errado. “Cação é apenas um nome comercial do tubarão. É exatamente o mesmo bicho, sem distinção de idade ou tamanho”, destacam.
A primeira coisa a saber em relação a essa espécie marinha é que se trata de um parente próximo do tubarão. Alguns tão vorazes e perigosos quanto os próprios tubarões. Aparecem também em grande variedade, sendo que a maioria apresenta coloração parda ou cinzenta.
Variam também, e muito, de tamanho e podem ter menos de um metro, mas podem chegar a 10 ou 12 metros, pesando 4 toneladas ou mais.
O cação ou tubarão existe em todo litoral brasileiro, sendo os locais de pesca nas praias, canais, foz de rios, costões e alto-mar. Pode ser pescado durante todo ano, com destaque para o outono e inverno no Sul e Sudeste. (Fonte: Imprensa Livre)

Periferia de Ubatuba sofre com falta de saneamento

Ubatuba - Quem vê Ubatuba em sua área central ou ainda na orla marítima muitas vezes não sabe que, atrás dos cenários paradisíacos formados pelo encontro da mata com o mar, escondem-se bairros populosos e carentes por melhorias. A série “O Outro Lado do Litoral” traz hoje o retrato da Vila Anchieta, Parque Guarani e Estufa. Nos dois últimos sábados foram publicadas reportagens sobre os morros de Ilhabela e Caraguá.
A periferia de Ubatuba tem como principal problema a falta de saneamento básico. O esgoto que corre a céu aberto é lançado em valetas, canais de águas pluviais ou ainda diretamente nos rios. Além do risco de contaminação, os moradores têm de conviver com o mau cheiro nos dias de calor.
Outro problema apontado pelos moradores é a falta de pavimentação.
Desta forma, as ruas vivem esburacadas e, nos dias de chuva, se transformam em lamaçais, dificultando o trânsito de veículos comuns.
Bem perto do Centro, próximo ao Aeroporto, estão localizados a Vila Anchieta e o Parque Guarani. A grande dificuldade enfrentada pela comunidade são os alagamentos.
O pescador Joaquim Moraes, 34 anos, que mora com a esposa e dois filhos numa pequena casa de madeira na rua Beira Rio, reclama da falta de melhorias nos bairros da periferia. “A única coisa que temos aqui é água encanada e energia, mas o esgoto é jogado direto no rio”, enfatizou.
Segundo Moraes, em frente à sua residência não há mau cheiro porque a correnteza leva rapidamente o esgoto. Entretanto, sua família já cansou de ser surpreendida pelas enchentes causadas pelo transbordamento do rio. “Meia hora de chuva forte é suficiente para a água entrar nas casas. Chega a até um metro e meio de altura”, relembrou.
Mesmo sabendo que a área é irregular, Joaquim Moraes disse que não existe outra alternativa. “Não depende de mim, mas da Assistência So-cial, pois hoje a situação está muito difícil. Se conseguisse outro lugar melhor para morar, com certeza sairia daqui”, declarou o pescador.
Atualmente, ele não está trabalhando, já que o barco em que pescava afundou e passa por serviços de recuperação. “Como é que vou pensar em sair daqui se estou cheio de contas sem poder pagar”, desabafou.
Para o funileiro Caio Rocha dos Santos, 26 anos, as melhorias deveriam chegar com mais freqüência. “Recentemente vieram aqui e limparam o rio, mas fazia muito tempo que isso não acontecia. Só porque é época de eleição...”.
Santos ressalta que os serviços deveriam ser intensificados nos bairros. “No lado que vai o turista tá ficando bonito, mas aqui é só na hora do voto”, criticou.
A dona de casa Regina Célia de Araújo, 41 anos, considera que a prefeitura deveria investir mais na infra-estrutura dos bairros, assim como na construção de centros de esporte e lazer. “Isso é importante para tirar as crianças das rua”.
De acordo com a moradora da Estufa I, a limpeza nas ruas também deveria ser reforçada. “É comum ver lixo espalhado nas esquinas, juntando moscas e até ratos. A situação melhorou se comparado a outros tempos, mas ainda pode ficar bem melhor”, finalizou Regina Célia.
Ubatuba tem outras áreas de risco com problemas semelhantes, entre elas, Rio Escuro, Perequê-Mirim, Sertão do Ipiranguinha e Cachoeira dos Macacos.
“Temos procurado atender as necessidades dos bairros ”, diz prefeito
O prefeito de Ubatuba, Paulo Ramos, disse ontem que a periferia tem recebido melhorias na medida do possível, ou seja, de acordo com a situação financeira. “Temos procurado atender conforme as possibilidades da prefeitura”, declarou.
Ele disse que, dentro de sua política de governo, o social é prioridade.
Ramos também salientou que os turistas que visitam Ubatuba conhecem as dificuldades enfrentadas pelo município. “O outro lado que as pessoas às vezes não gostam de falar, nós mostramos ao turista, pois quem vê a cara, que é a praia, não vê o coração, que são os bairros. Estamos constantemente falando nisso, desde o avanço que ocorreu na Serra do Mar até as regiões carentes e suas dificuldades”, comentou.
Quanto aos bairros próximos ao Aeroporto, ele disse se tratar de um outro problema, pois as casas estão ao lado do rio. Conforme frisou o prefeito, hoje existe um controle para evitar a construção de novos barracos.
Paulo Ramos também ressaltou que os moradores das áreas como Vila Anchieta, Estufa e Parque Guarani contam com toda a infra-estrutura de postos de saúde e escolas da região central. “Fico mais preo-cupado com as comunidades carentes que estão mais longe, como Perequê-Mirim, Rio Escuro, Sertão do Ipiranguinha e todo o lado norte. Em pontos onde a Sabesp não chega, nós levamos água em parceria com os moradores”.
Em relação ao esgoto, o prefeito de Ubatuba disse que já vem incentivando a construção de fossas sépticas. Isto porque o município possui apenas 15% de rede de esgoto.
Na política habitacional, Paulo Ramos afirmou que, além da busca por convênios com o Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU), a prefeitura está tentando fazer um loteamento para tirar moradores de áreas de risco. As casas estariam sendo construídas por meio de mutirões.
N sexta-feira à tarde, a assessoria de imprensa da Superintendência da Sabesp no Litoral Norte informou que a maior obra que vem sendo realizada no município de Ubatuba é Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da região central. Ainda não há previsão para a inauguração.
Defesa Civil faz trabalho de prevenção em áreas de risco de deslizamento
O presidente da Comissão Municipal de Defesa Civil (Comdec) de Ubatuba, Arly de Oliveira Cruz, informou que todas as áreas de risco da cidade, tanto de alagamentos quanto de deslizamentos de encosta, estão cadastradas.
Segundo ele, já houve trabalho de localização e prevenção.
A Defesa Civil também adverte moradores sobre os perigos de alguns pontos em morros nos dias de chuva forte. Perequê-Mirim, Pedreira e Almada são bairros onde existem áreas de deslizamento de terra.
Cruz garantiu que, hoje, tudo está sob controle. “O atual prefeito cedeu bastante material para nosso trabalho e isso ajuda muito”.
Conforme informou o presidente da Comdec, Ubatuba sofreu com um grande escorregamento de encosta há três anos. Em 1999, sete pessoas morreram soterradas.
Hoje, a Defesa Civil conta com quatro funcionários efetivos e um batalhão de 100 voluntários. “Nos casos de emergência temos todo as secretarias da prefeitura à disposição”, finalizou Arly Cruz.
Assuntos Comunitários - O assessor de Assuntos Comunitários da Prefeitura de Ubatuba, Ariamar Vieira, ressaltou que as parcerias com os moradores têm sido a marca da administração. “Nosso trabalho é fazer com que as associações tenham facilitado o acesso ao Poder Executivo”.
Vieira tem ajudado na restruturação e formação de Sociedade Amigos de Bairro. “Sem sombra de dúvida, este é um grande passo para se melhorar a qualidade de vida das comunidades”. (Fonte: Imprensa Livre)

Carta do Leitor

Queimadas Urbanas - Parabéns, Natalina Marteletti, una-se a minha luta. Permito-me acrescentar a Sua justa queixa que existe a Lei 848/92 que veda no parágrafo IV do artigo 14 " a queima ao ar livre de qualquer resíduo sólido o liquido, inclusive lixo, restos de capina e varrição". Além de ser crime ambiental os infratores estão sujeitos a multas que variam de 399,735 a 3997,3649 UFIRs.
Sem fiscalização nem punição não tem lei!
Conscientização? - Conversa para boi dormir!

Giuseppe D'Ippolito
Economista
Boiçucanga


Adoro seu site - Gosto muito de ver as notícias do Litoral Norte diariamente, através do Litoral Virtual. Moro em São Paulo, mas pretendo em breve morar em Caraguá, onde tenho uma casa. Sou psicóloga e artista plástica, e Caraguá tem me maravilhado pelo seu desenvolvimento, principalmente nas Artes, e quero destacar a atuação da Fundacc, que tem sido admirável!
Por esta razão quero me mudar para esta cidade cheia de qualidades. Além disso, conviver com a natureza exuberante do litoral norte é uma dádiva.
Mas, enquanto isso não acontece, quero que vocês também me conheçam através dos meus sites:
Artes: http://www.geocities.com/Paris/Gallery/5540
Psicologia: http://geocities.yahoo.com.br/dralilianzucca
Esta página de psicologia está á disposição dos internautas para perguntas sobre qualquer aspecto do comportamento humano, que possa ser explicado pela Psicologia. Tenho recebido muitas consultas a respeito de sexualidade, de todo o Brasil. É uma página criada por mim, na linguagem html, podendo ter suas falhas, mas aos poucos a gente vai melhorando...
Abraços

Lilian Zucca
São Paulo, SP


Jiu Jitsu - O discípulo de Jiu Jitsu do mestre João Rezende, Tiago da Silva Poça, morador de Caraguatatuba, foi vice-campeão no III Campeonato Internacional em São Paulo, realizado dia 26 de outubro. Na categoria pesadíssimo, faixa azul, Tiago foi único representante do Litoral Norte, batendo de frente com atletas de academias famosas. O campeonato contou com a participação de lutadores dos Estados Unidos e Canadá e a divulgação tardia vale a pena.
Numa época que temos nossos jovens envolvidos com tanta coisa ruim, é bom enfatizar quando um deles nos enche de orgulho.

Timawi
Caraguatatuba, SP


Foto do Dia:
Pontal da Cruz - São Sebastião
São Sebastião
Pontal da Cruz
©1999 Emilio Campi



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