Reflexões para uma vida melhor
 
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Margareth Bravo
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Integridade - Uma questão de coração

“A integridade dos retos os guia; mas, aos pérfidos, a sua mesma falsidade os destrói”. (Provérbios 11:3)

Integridade é um assunto do coração, “a fonte da vida” (Provérbios 4:23). Como pode ser isso?

Em linguagem matemática um inteiro é o oposto de uma fração. Portanto, integrar é unir todas as partes em um todo. Concluímos então, que integridade é inteireza, unidade entre as partes, harmonia de objetivos, solidez de caráter. Uma pessoa íntegra é alguém de qualidade. Seu interior – o coração- não é fraudulento e nem vive de aparência. A integridade abrange qualidades como: sinceridade, retidão, desvio do mal e obediência a Deus (Ver Jô 1:1).

Vivemos num mundo onde integridade é virtude rara. O livro de Provérbios foi escrito pelo homem mais sábio que o mundo já conheceu – o rei Salomão. Quando tornou-se rei de Israel, pediu a Deus sabedoria para governar a grande nação israelita. Provérbios faz referência a assuntos morais que caracterizam os tipos de caráter que encontramos no mundo, a começar por pessoas que exercem cargos elevados em uma nação. Ao pedir sabedoria a Deus, Salomão tinha consciência da grande responsabilidade que pesava sobre ele. De certa forma, um governante é modelo para o povo. “Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo suspira” (Provérbios 29:2). Se um governante não cumpre a lei, como espera ele que o povo cumpra, se não dá o exemplo?

Não somos todos reis ou governantes, mas gostamos de um governante justo. Nos tempos bíblicos as nações eram governadas por reis que eram juízes supremos. As práticas do rei tornavam as mesmas do povo. Ou ele estabelecia um padrão de pureza, verdade, justiça e honestidade, ou andava pelo caminho da infidelidade, imoralidade, injustiça, desonestidade e idolatria. Quando um rei escolhia o caminho da justiça, o povo se alegrava, mas quando ocorria o contrário, o povo se ressentia e suspirava.

Não é este o quadro do povo no mundo? Não anda o povo suspirando ressentidos pelas injustiças, corrupção e desonestidade que presencia no escalão dos governantes ?

A integridade faz as coisas certas pelos motivos certos. Só assim se pode governar com justiça os que estão sob autoridade. Os que estão no poder, somente estão pela vontade de Deus, e por isso mesmo, grande é a responsabilidade deles pela posição que ocupam.

Todos nós, governantes ou não, temos um dever diante de Deus: teme-Lo e guardar os mandamentos, pois toda obra que executamos, boa ou má, virá a juízo. (Ver Eclesiastes 12: 13 e 14). Todos podem desenvolver um caráter íntegro que não ceda à lisonja, nem à corrupção e nem às ameaças. E o segredo para desenvolver tal caráter está na total entrega do coração a Cristo. “A menos que Cristo reine supremo no coração humano, o mal transmitirá suas características e não existirá defesa contra o engano de qualquer natureza”. O inimigo enganará levando a pessoa a praticar o engano. Não precisamos ceder aos “encantos” do inimigo, mas é sábio ceder o coração a Cristo.

Margareth Bravo

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