Reflexões para uma vida melhor
 
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Margareth Bravo
Caraguatatuba Ilhabela São Sebastião Ubatuba

O Ensino Mais Eficaz

Por isso lhes ensino por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. E neles se cumpre a profecia de Isaias... Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam seus olhos...” (Mateus 13: 13 a 15).

Durante Seu ministério, Cristo proferiu muitas parábolas. Através deste ensino ele manifestou o princípio de Sua própria missão no mundo; tomou a nossa natureza e habitou entre nós, a fim de familiarizar-nos com Sua vida e caráter.

A divindade foi revelada na humanidade; da mesma forma que Deus revelou-se na semelhança de homem, e Seus ensinos seguia a mesma linha: do desconhecido para o conhecido, as verdades divinas eram reveladas por coisas terrenas com as quais o povo estava bem familiarizado. Cada aspecto da natureza era utilizado por Cristo para ilustrar verdades. Os cenários da natureza criada por Ele, foram todos relacionados com uma verdade espiritual, de tal forma que a própria natureza está revestida das parábolas do Mestre.

Suas simples palavras podiam ser perfeitamente compreendidas por ouvintes sinceros, e torna-los sábios para a salvação. Mas infelizmente, as verdades proferidas por Jesus não criou raízes em muitos corações, e por isso foi logo tirada. Foi quando ele proferiu o texto de Mateus citado acima.

No ensino por parábolas Jesus desejava despertar a indagação; despertar os indiferentes e impressionar-lhes o coração com verdade. Esse tipo de ensino era popular e atraia a atenção do povo. O ouvinte sincero que desejava obter maior conhecimento e compreensão das coisas divinas, poderia compreender Suas palavras, pois o Mestre estava sempre pronto a explica-las.

Outro motivo pelo qual Jesus ensinava por parábolas, era porque Ele tinha verdades para apresentar, as quais o povo não estava preparado para aceitar e nem mesmo compreender naquele momento. Mas, relacionando Seu ensino com as cenas da natureza, da experiência e da vida, prendia ele a atenção e impressionava os corações, e mais tarde, ao olharem eles os objetos que Jesus tinha usado para ilustrar seus ensinos, vinham a lembrança as palavras do Mestre. As mentes que estavam abertas para o Espírito Santo, iam passo a passo sendo iluminadas para a compreensão dos ensinos do Mestre. Os mistérios eram esclarecidos, e aquilo que um dia fora difícil compreender tornava-se evidente.

Mas havia ainda um outro motivo porque Jesus ensinava por parábolas:

“Entre as multidões que O rodeavam, haviam sacerdotes e rabinos, escribas e anciãos, herodianos e maiorais, amantes do mundo, beatos ambiciosos que desejavam, antes de tudo, achar alguma acusação contra Ele. Espias seguiam-lhes os passos, dia a adia, para apanha-lo nalguma palavra que Lhe causasse a condenação e fizesse silenciar para sempre Aquele que parecia atrair a Si o mundo todo. O Salvador compreendiam o caráter desses homens e apresentava a verdade de maneira tal, que nada podiam achar que lhes desse ensejo de levar seu caso perante o Sinédrio. Em parábolas, Ele censurava a hipocresia e o procedimento ímpio daqueles que ocupavam altas posições, e, em linguagem figurada, vestia a verdade de tão penetrante caráter que, se as mesmas fossem apresentadas como acusações diretas, não dariam ouvidos às Suas palavras e teriam dado fim rápido ao Seu ministério. Mas enquanto repelia os espias, expunha a Palavra tão claramente pelas obras da criação de Deus. Pela natureza e pelas experiências da vida, foram os homens ensinados a respeito de Deus”. (Parábolas de Jesus, 22 - Ellen G. White). “ As Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu eterno poder, como Sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas”. (Romanos 1:20)

Os Ensinos de Jesus tratam daquilo que é essencial ao desenvolvimento do caráter. Ele falava aos homens das verdades relacionadas com a conduta da vida. Tais ensinos ampliam a capacidade humana para conhecer melhor a Deus, e fazer o bem a quem quer que seja.

No próximo artigo abordaremos a parábola do Semeador e a Semente.

Margareth Bravo

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